segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Comissária da Gol cai de avião no aeroporto de Maceió

Funcionária da empresa Gol fechava a porta da aeronave quando desequilibrou e caiu.

Uma comissária de bordo da companhia aérea Gol ficou ferida, na madrugada de hoje (2), ao cair de um avião que estava parado na pista de pouso do aeroporto Zumbi dos Palmares. Ao fechar a porta da aeronave, se desequilibrou e caiu.

Segundo a assessoria da companhia aérea, a comissária, que não teve o nome revelado, se preparava para fechar a porta traseira do avião quando desequilibrou e caiu.

Apesar de a queda ser de uma altura considerável, ela teve apenas ferimentos leves e recebeu atendimento médico e passa bem.

O incidente vai ser apurado pela empresa e pela Infraero.

Fontes: Tudonahora / Correio do Povo

Gol cancela quase todos os voos em Congonhas

Excesso de horas trabalhadas pelos tripulantes gera atrasos e cancelamentos desde sexta.

Problemas operacionais da empresa aérea Gol, iniciados na última sexta-feira, 30, causaram o cancelamento de quase todos os voos previstos para chegarem ou partirem do Aeroporto de Congonhas, na zona sul de São Paulo, neste domingo, 1.

Segundo a Coordenação de Voos da companhia, os cancelamentos foram reflexo de uma situação que se desenvolveu desde a sexta-feira, por conta do intenso tráfego aéreo causado pelo fim das férias escolares e pelo excesso de horas trabalhadas pelos tripulantes.

De acordo com a Gol, desde a sexta foi necessário transferir algumas de suas partidas programadas, que já registravam atrasos, para o Aeroporto de Congonhas, que fecha às 23 horas, para o Aeroporto Internacional de Cumbica, em Guarulhos, na grande São Paulo.

Por conta disso, algumas tripulações atingiram o limite de horas de jornada de trabalho previsto na regulamentação da profissão e foram impossibilitadas de seguir viagem. Segundo a Gol, a jornada diário da tripulação é de até 11 horas, contando da apresentação do funcionário no momento em que chega para trabalhar, até 30 minutos depois com o 'corte dos motores', quando o avião é desligado.

A jornada total mensal para a tripulação é de até 85 horas/mês. Devido ao mês de julho ter 31 dias, um dia a mais que os demais meses, este limite seria ultrapassado, segundo a empresa, e foi necessário o remanejamento da tripulação, com o acionamento de funcionários extras.

A partir deste acionamento de tripulantes extras para fazer os voos, os atrasos foram ficando cada vez maiores, segundo a Gol, que garante que está trabalhando para regularizar os horários das operações afetadas. A previsão da Gol é a de que os voos sejam normalizados na manhã desta segunda-feira, 2.

Relatório da Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero) mostra que no período das 6h30 até as 20 horas de hoje, 17 voos de chegadas da Gol, de diversas regiões do país, foram canceladas e quatro registravam atrasos de mais de uma hora. Outras 13 partidas também foram canceladas no período.

Segundo a Gol, em todo o país foram registrados 52 cancelamentos e 296 alterações de horários em seus voos, entre partidas e chegadas, ao longo deste domingo.

Fonte: Solange Spigliatti (Central de Notícias/Estadão)

domingo, 1 de agosto de 2010

Falta de tripulantes faz Gol cancelar 12 voos em SP


Passageiros dizem que atraso durou nove horas, mas companhia aérea nega.

Por falta de funcionários, a companhia aérea Gol cancelou 12 voos domésticos que iriam decolar do aeroporto de Cumbica, em Guarulhos, na Grande São Paulo, da noite de sexta-feira (30) até a manhã deste sábado (31). O problema foi informado pela empresa. Com isso, centenas de passageiros aguardaram no saguão do aeroporto para conseguir embarcar.

De acordo com a assessoria de imprensa da companhia, todos os passageiros foram atendidos dentro do estabelecido na portaria 141 da Anac (Agência Nacional e Aviação Civil). Segundo a empresa, o remanejamento em outros voos “teve atraso de no máximo 2 horas e 30 minutos”.

Segundo Eder Chiodetto, que estava com passagem marcada para Salvador (BA) às 6h e só conseguiu decolar por volta das 8h, cerca de 300 pessoas aguardavam na sala de espera do aeroporto por uma solução.

Fonte: Camila de Oliveira (R7) - Foto: leitor Eder Chiodetto

sábado, 31 de julho de 2010

Infraero implementa nova tecnologia em Terminais de Logística de Carga


A Infraero acaba de implementar uma nova tecnologia nos Terminais de Logística de Carga dos aeroporto internacionais de Manaus (AM), de São Paulo/Guarulhos (SP) e de Campinas/Viracopos (SP). O equipamento - um coletor de dados portáteis - funciona integrado ao Tecaplus - sistema que gerencia a carga nos Terminais, e permite acompanhar e controlar todo o percurso da carga no armazém, os procedimentos de armazenagem, cobrança e liberação.

A nova ferramenta otimiza o processo de localização da carga - já que o trabalho de inventário passa a ser automático, tendo seu tempo de execução reduzido. A implantação trouxe resultados imediatos, aumentando a eficiência e confiabilidade para a atividade de logística.

Segundo Maria Cristina Prado, gerente de Logística de Carga do Aeroporto Internacional de Manaus, a ferramenta é de grande importância para agilizar os trabalhos de localização de cargas recebidas. “Tivemos um ganho na produtividade porque conseguimos otimizar a mão de obra e dar celeridade ao processo de entrega dessas cargas. Ficamos muito felizes de ser o primeiro Teca da Rede Infraero a receber tal ferramenta” destacou a gerente.

Inovações como esta aumentam a produtividade e também a satisfação do cliente. “A atividade de logística é muito rápida, nosso trabalho tem que ser seguro e eficiente para não comprometer toda a supply chain. O inventário é mais uma ferramenta que reforça a qualidade do trabalho que prestamos aos nossos clientes e estamos satisfeitos com os resultados” comentou Lilian Ratto Neves, superintendente do Aeroporto de Campinas.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Infraero

Infraero lança seu twitter oficial na internet

A Infraero estreou ontem, quinta-feira (29), seu canal oficial no Twitter, por onde os internautas poderão acessar notícias e informações sobre a empresa e seus 67 aeroportos.

O endereço do twitter oficial da Infraero é http://twitter.com/canalinfraero e as informações serão postadas pela Superintendência de Marketing e Comunicação Social (PRMC). Para o presidente da Infraero, Murilo Marques Barboza, a adoção da ferramenta é uma forma de ampliar o conhecimento sobre a empresa. “O twitter dará a chance de explicar o papel da empresa com um alcance e velocidade que o microblog oferece”, disse.

Para a superintendente de Marketing e Comunicação Social, Léa Cavallero, o @canalinfraero vai reforçar o papel da comunicação da empresa com a sociedade. “Com mais esse canal de relacionamento ampliaremos a agilidade da nossa comunicação, além de aprimorar o relacionamento com os nossos diversos públicos”, avaliou.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Infraero

Remoção de sucata amplia os espaços em Viracopos


Transferência de aviões abandonados de área do aeroporto abrirá sete vagas para aeronaves.

A mudança do chamado “cemitério de aviões” para uma área mais afastada dentro do sítio do Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas, possibilitará que o número de vagas para o estacionamento de aeronaves comerciais quase dobre a partir da primeira quinzena de agosto. As atuais 11 posições passarão a ser 18. O espaço que antes abrigava apenas as sucatas de empresas falidas à espera de decisões judiciais — como a Vasp, por exemplo — receberá agora os aviões executivos, de menor porte. No lugar dos executivos, serão demarcadas as novas sete posições para a aviação comercial, que terão espaço suficiente para receber até, no máximo, o modelo 195 da Embraer, que tem capacidade para 122 passageiros, o mesmo utilizado atualmente pela Azul. Além disso, o novo espaço também contará com mais duas posições para helicópteros.

A transferência dos modelos inutilizados só foi possível após aprovação da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). As quatro aeronaves que estão no chamado cemitério — de acordo com informações da assessoria de imprensa da Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero), modelos B-732, DC-8, B-707 e C-421 — foram removidas entre os meses de abril e maio. Também depois de aprovação da Anac, as novas posições de parada começam a ser demarcadas nos próximos dias.

Os aviões abandonados fazem parte da massa falida de suas empresas e passam a ser itens de ações judiciais. Enquanto os processos não chegam ao fim, eles não podem ser removidos do local onde estavam estacionados. Sendo assim, não existe um prazo máximo para que as máquinas que vão se transformando em um amontoado de lixo metálico ao longo dos anos deixem os aeroportos em que estão. Em Viracopos, expostos às mudanças climáticas há anos, os quatro aviões já estão com a pintura desgastada, com a lataria descascando e com sinais de ferrugem. Turbinas e poltronas, que valem uma boa quantia, são retiradas pelas empresas. Mesmo sem qualquer serventia, as aeronaves ocupam espaço e o tempo de funcionários da Infraero, que precisam manter a vigilância do local. Enquanto uma decisão judicial não é tomada, a guarda de todos os equipamentos é de responsabilidade da empresa.

Mesmo tratando-se de empresas falidas, a Infraero vai computando uma cobrança diária pela permanência dos aviões ali, como uma taxa de estacionamento que, um dia, a estatal espera receber de alguém. O valor dessa taxa não foi informado. Quando suas empresas têm o destino definido, as aeronaves costumam ser desmontadas. Muitas peças são revendidas, outras vão parar em ferros-velhos. No cemitério de Viracopos, a reportagem encontrou pelo menos um avião já parcialmente desmontado. O acúmulo de aeronaves inutilizadas nos aeroportos do Brasil se agravou a partir da primeira metade dos anos 2000, com a falência de empresas como a Vasp e a Transbrasil.

A assessoria da Infraero lembra que nos próximos anos o local para onde foi o cemitério de aviões também servirá para a ampliação do terminal de cargas do aeroporto, que ainda não foi formalizada no papel, mas já é prevista. Portanto, o amontoado de sucata tende a, mais uma vez, atravancar o crescimento de Viracopos em médio prazo. Só resta esperar que a Justiça definia o destino disso.

Fonte: Fábio Gallacci (Agência Anhangüera) - Foto: Elcio Alves/AAN

sexta-feira, 30 de julho de 2010

Vale a pena Ver de Novo


O VALE A PENA VER DE NOVO dessa semana traz para vocês nessa semana um belissimo Airbus A300 da cia aerea VASP que deixou de operar em 2005.Foto tirada no dia 10 de novembro de 2003.

Tam aumenta frequências que saem de Brasília com destino a Maceió e Porto Velho


Foto da aeronave que será utilizada nos novos voos,Airbus a320 com capacidade para 174 passageiros.

A Tam começa a operar, no dia 9 de agosto, mais uma frequência direta entre os aeroportos de Brasília, no Distrito Federal, e Maceió, em Alagoas, aumentando para dois os voos diários de ida e volta, sem escalas, entre os aeroportos. Na mesma data, a companhia também coloca em operação outra frequência direta ligando o aeroporto da capital federal à cidade de Porto Velho, em Rondônia, e passará a operar três voos diários de ida e volta nessa rota, igualmente sem escalas. Os novos voos serão operados por aeronaves Airbus A320, com capacidade para 174 passageiros.

A frequência entre Brasília e Maceió será operada pelo voo JJ 3480, que partirá da capital federal às 21h43 e pousará na capital alagoana à 00h05. Já o percurso inverso será realizado pelo voo JJ 3481, a partir do dia 10 de agosto, que decolará de Maceió às 06h20 e pousará em Brasília às 8h44.

O voo JJ 3474 partirá do aeroporto de Brasília às 14h31 e pousará em Porto Velho às 16h10. Já o percurso inverso será realizado pelo voo JJ 3475, que decolará da capital rondoniense às 17h00 e pousará na capital federal às 20h40.

quinta-feira, 29 de julho de 2010

Pantanal amplia malha aérea e número de cidades atendidas


A Pantanal Linhas Aéreas ampliou sua malha e, dos atuais seis destinos atendidos, passará a atender um total de 15 cidades brasileiras a partir do próximo dia 23 de agosto, aumentando sua oferta de voos e de assentos disponíveis. A nova malha terá 44 voos, sendo que 21 deles serão operados a partir do aeroporto de Congonhas, outros 21 de Guarulhos, ambos em São Paulo, e dois de Brasília. Com a nova malha, a Pantanal aumentará em 660% sua oferta semanal em assentos-quilômetros.

Os voos da nova malha foram autorizados pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) e já estão disponíveis no sistema de vendas da Pantanal. As rotas servidas com as aeronaves ATR 42, com capacidade para 45 passageiros, terão como origem ou destino o aeroporto de Guarulhos, enquanto aquelas que vão decolar ou pousar em Congonhas e Brasília serão operadas com três aeronaves Airbus - duas A319, com 144 lugares, e uma A320, com 174 assentos para passageiros.

Essas três aeronaves Airbus foram alugadas para a Pantanal por um período de seis meses pela Tam. Esses aviões estavam em processo de devolução porque seus contratos de leasing estavam próximos do vencimento, mas foram prorrogados até que a Pantanal defina a ampliação e renovação de sua frota própria.

"O objetivo dessa reformulação é oferecer aos passageiros da Pantanal serviços cada vez melhores, com mais opções de destinos e maior conveniência", destaca Líbano Barroso, presidente das operações aéreas da Tam. Ele lembra que "com a entrada da Tam na Star Alliance e os voos da Pantanal no aeroporto de Guarulhos, o passageiro poderá voar de Bauru, por exemplo, a Pequim, na China, com um único bilhete e despachando sua bagagem apenas uma vez para retirá-la no destino final da viagem".

A Pantanal aguarda a autorização da Anac para operar um voo de ida e volta entre Congonhas e Presidente Prudente com Airbus A319.

Fonte: Mercados e Eventos.

Em agosto, Estado ganha novo voo para Cabo Verde


A nova frequência interliga Fortaleza a Lisboa, em Portugal, com conexão em Praia, capital de Cabo Verde.

Nos voos internacionais, a TACV opera com duas aeronaves Boeing 757, com capacidade para 180 e 200 passageiros. No voo que parte de Fortaleza, a ocupação chega a 80%.

De olho nos turistas europeus, que anualmente, em agosto, buscam as praias cearenses para passar férias, e ainda dos brasileiros, que estão aproveitando a desvalorização do euro frente ao real para viajarem à Europa, a Transportes Aéreos de Cabo Verde (TACV) inicia no próximo dia 4, uma nova frequência interligando Fortaleza a Lisboa, em Portugal. Com conexão em Praia, capital de Cabo Verde, na Ilha de Santiago, o novo voo partirá, semanalmente, às quartas-feiras, à 1h30, do Aeroporto Internacional Pinto Martins, com chegada a Praia, às 7h30 e à capital lusitana, às 14h30, horário local.

O voo de volta chega à Capital cearense, às terças-feiras, às 22h20, mesmo horário do voo semanal que pousa aos domingos e parte às segundas-feiras. "O fluxo de turistas europeus caiu, devido a alta do real frente ao euro, mas, em contrapartida, isso (o câmbio) está estimulando o brasileiro a viajar mais à Europa", explica o representante da TACV, no Ceará, José Luis de Sá Nogueira. Segundo ele, o incremento nesse fluxo de pessoas, notadamente brasileiros, cabo-verdianos e portugueses justifica a recriação da segunda frequência semanal.

Continuidade

Conforme disse "a TACV já vinha trabalhando para estimular este mercado há algum tempo e espera, agora, dar continuidade à nova rota". O objetivo, acrescenta o executivo, é apontar alternativas de preços mais competitivos para destinos, tais como Madri, na Espanha, Roma e Milão, na Itália, Amsterdã, na Holanda e Paris, na França.

Nogueira explica que os voos para destinos além de Cabo Verde e Portugal serão realizados em "code share", em parceria com outras companhias aéreas, que operam, juntamente com a TACV, a partir de Portugal e de Cabo Verde.

Sem revelar investimentos, o executivo informa que o voo já existente conta com ocupação em torno de 80% e que o novo prevê ocupação inicial de 70%. Nos voos internacionais, a TACV opera com duas aeronaves Boeing 757, com capacidade para 180 e 200 passageiros.

Quanto à manutenção da nova rota, Nogueira explica que o mercado é quem a determinará. "A nova frequência é definitiva, desde que seja rentável. Sua sustentabilidade quem define é o mercado", esclarece o representante da TACV. "Nenhum voo se sustenta com menos de 60%de ocupação", ressalta.

Para assegurar a segunda frequência semanal, Nogueira informa que a companhia aérea irá manter campanhas publicitárias tanto no Ceará e demais estados do Nordeste, bem como nas cidades emissoras e recebedoras de turistas nordestinos. "Julho e agosto são os meses em que o mercado está mais aquecido para levar e trazer turistas da Europa para o Ceará e vice-versa", ressalta o executivo.

Vendas

De acordo com ele, as vendas dos bilhetes aéreas para os voos das quartas-feiras, já estão disponíveis para reservas e vendas no balcão da TACV, no Aeroporto Pinto Martins e também nas agências de viagens, parceiras da companhia. O preço médio da passagem ida e volta, Fortaleza - Cabo Verde é de US$ 700. Para Lisboa custa US$ 1.030, em média, ida e volta.

Os voos da TACV começaram no Ceará, a partir do incremento da demanda de empresários e pequenas comerciantes (sacoleiras), que cruzavam e ainda cruzam o Atlântico para fazer negócios, comprar confecções, calçados e acessórios em Fortaleza e revender em Cabo Verde.

Fonte: Diário do Nordeste.

TAM finaliza encomenda de até US$ 2,8 bi à Airbus

A companhia aérea TAM finalizou nesta quarta-feira uma encomenda de mais 25 aviões da Airbus anunciada inicialmente via memorando de entendimentos no início de junho.

A encomenda envolve 20 aviões da família A320 e cinco jatos A350-900. A preços de tabela, o pedido tem um valor total de US$ 2,8 bilhões.

Com a nova encomenda, o total de jatos da Airbus comprados pela TAM chega a 176. A empresa brasileira é a maior cliente da fabricante europeia no hemisfério Sul.

No início de junho, as companhias aéreas tinham assinado um memorando de entendimento com vistas a ampliar e renovar a frota da companhia aérea brasileira.

Segundo a TAM, a encomenda tinha como objetivo substituir as aeronaves da Família A320 em operação na malha da TAM, como parte de seu compromisso de "manter uma frota de aeronaves com idade média de seis anos".

Fonte: Reuters via O Globo

Carga aérea vira problema em Cumbica

Sem áreas suficientes para armazenamento, Aeroporto de Guarulhos acumula contêineres na pista e provoca prejuízos a exportadores.



O transporte aéreo parecia a melhor alternativa para a empresa Blue Skies entregar com rapidez e segurança o pedido feito por um cliente inglês de uma tonelada de abacaxi pré-processado. O produto foi preparado, embalado, acondicionado em contêiner refrigerado e levado até o Aeroporto Internacional de Guarulhos. Mas a expectativa virou pesadelo. A carga nunca chegou ao destino final e se perdeu.

O problema ocorreu por causa da lotação na pista do terminal de cargas do aeroporto. A companhia aérea, responsável pelo transporte, não conseguiu remover a mercadoria até a aeronave porque, no meio do caminho, havia algumas dezenas de toneladas de carga obstruindo a passagem. Resultado: o avião foi embora e a Blue Skies perdeu a carga.

"O problema não é o prejuízo financeiro, que será reembolsado, mas o desgaste da empresa com o cliente. Se isso se repete mais de uma vez, você perde credibilidade", afirma o diretor-geral da Blue Skies, Ricardo Zepter. Como ele, outros executivos estão tendo dificuldades com a falta de infraestrutura do Aeroporto de Guarulhos, responsável por 54% de toda carga por via aérea movimentada no País.

Sem áreas suficientes, as cargas são armazenadas ao relento, na pista, ao lado dos aviões. Segundo o presidente do Sindicato dos Despachantes Aduaneiros do Estado de São Paulo (Sindasp), Valdir Santos, o gargalo ficou evidente com a expansão das importações no País, que cresceram 44% no primeiro semestre. Ao ficarem expostas ao sol ou à chuva, muitas mercadorias são danificadas, o que complica o processo de retirada do produto da área alfandegária.

Nesses casos, o importador precisa fazer um pedido de vistoria na carga, que pode demorar até dois meses. Como as empresas precisam de agilidade, elas acabam tirando a carga mesmo com algum tipo de avaria e arcam com o prejuízo. "Mas é um risco porque todo o lote pode estar com problema", diz Santos.

Outra queixa é a falta de organização da Infraero, órgão que administra o aeroporto. Segundo pessoas ligadas ao processo de importação e exportação, que preferem não se identificar por temer retaliação, os funcionários da Infraero não conseguem encontrar a mercadoria já liberada. Muitas vezes, a localização do armazém dentro do aeroporto que consta na documentação tem outro tipo de carga e não aquela registrada.

O problema chegou a tal ponto que os despachantes aduaneiros, responsáveis pelo processo de desembaraço da mercadoria, têm de percorrer todo o armazém do terminal para tentar encontrar a carga e enviar para o importador. Às vezes, eles têm sorte. Outras vezes, não.

"Quando a carga é liberada, já pedimos que o caminhão encoste no terminal. Mas, como a carga fica perdida dentro do armazém, perdemos também a diária do transportador", relata um profissional, que trabalha em Guarulhos. Além disso, o importador tem de arcar com o custo da armazenagem, que varia de 1% a 3% do valor da carga, dependendo do tempo.

A Infraero reconhece a falta de espaço para armazenagem, mas nega que tenha perdido o controle sobre a localização das cargas. "O que ocorre é que mesmo após o recebimento da carga pela Infraero, podem ocorrer situações em que o cliente solicita a entrega da carga, sendo que ela ainda está em movimento para a armazenagem, sem endereço definitivo, dando a entender que a carga não foi localizada."

Outro problema de Guarulhos é a falta de câmaras refrigeradas para produtos perecíveis, vacinas e medicamentos. As duas "geladeiras" do terminal não têm dado conta do aumento da demanda.

Fonte: Renée Pereira (O Estado de S. Paulo) - Foto: sempretops.com

quarta-feira, 28 de julho de 2010

Lufthansa adota Airbus 380 para trecho final da rota São Paulo-Tóquio


A Lufthansa passou a operar, desde o mês passado, a segunda parte do voo entre São Paulo e Tóquio pelo novo Airbus 380. O Japão foi o primeiro mercado internacional a ser servido pelo A380, já que é um dos destinos mais importantes para a empresa. A companhia oferece voos diários para o país via Europa.

Nos voos, os passageiros terão acesso a pratos da culinária japonesa, chás, vinho de ameixa e saquê, filmes japoneses com legenda e uma seleção de músicas do país oriental. O valor da passagem aérea, de ida e volta, varia a partir de US$ 2445 na classe econômica e US$ 7.930 na classe executiva.

A Lufthansa espera receber o total de quatro A380 durante este ano. As reservas para os voos de A380 e outros voos podem ser feitas pelo telefone (11) 4700 1700, nas agências de viagem ou pelo endereço eletrônico www.lufthansa.com.

Azul chega a marca de quatro milhões de clientes transportados


A Azul atingiu hoje (28/07), com um ano e meio de operação, a marca de quatro milhões de clientes transportados. O cliente de número 4 milhões foi flagrado no momento em que fazia o check in no Aeroporto de Confins, em Belo Horizonte, e vai viajar de graça com a Azul por um ano. Rodrigo Gemenez Peres, 30 anos, é engenheiro, mora em Sorocaba e vai regularmente a Belo Horizonte por causa do trabalho. Peres é cliente Tudo Azul na categoria Safira e estava embarcando de volta para casa. Surpreendido pela a presença de diretores da Azul e uma animada banda no saguão do aeroporto, ele disse que vai aproveitar o prêmio para viajar com a esposa. "Vou conhecer todos os destinos servidos pela empresa", brincou.

Tam terá escritório próprio em Hong Kong

Para dar apoio ao crescimento da companhia no continente asiático a Tam passa agora a ter um escritório administrativo e comercial próprio em Hong Kong. Com representações comerciais na Coreia do Sul, Índia, Japão, Tailândia e Taiwan, a companhia também prevê gerência na China (Pequim e Xangai) e no Japão.

A medida se faz importante porque a empresa aérea atende uma série de destinos asiáticos devido a acordos comerciais e parcerias (codeshare). A expectativa é de que o faturamento da Tam no mercado da Ásia cresça bastante nos próximos anos com sua estruturação no continente, com o trabalho dos representantes locais e com a entrada da empresa na Star Alliance.

Thierry Curey, atual gerente comercial da Tam na Europa, será responsável por gerenciar o trabalho que será desenvolvido em Hong Kong. A empresa está hoje presente em 51 mercados distribuídos pela Europa, Ásia e Oriente Médio, além dos escritórios montados nos países já atendidos em sua malha de voos.