quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Mais voos para Joinville

Anac permite que Azul lance novos horários

Este ano promete ser de mais movimento no aeroporto Lauro Carneiro de Loyola, em Joinville. A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) autorizou novos voos da Azul Linhas Aéreas ligando Joinville ao terminal de Campinas.

A permissão é para que as operações comecem em 1º de fevereiro, mas a companhia ainda não confirmou a data de estreia dos voos.

— Com os novos voos passamos a contar com 12 vôos de segunda a sexta-feira, o que não acontecia há pelo menos cinco anos —, afirma o superintendente do aeroporto, Rones Rubens Heidemann.

Gol oferece trecho grátis no aniversário de São Paulo

A Gol comemora o aniversário de 457 anos de São Paulo, que acontece no próximo dia 25, com a promoção "Você Faz a Festa". Os clientes pagarão apenas a passagem de volta em viagens para a capital paulista partindo de Brasília (DF), Campo Grande (MS), Goiânia (GO), Uberlândia (MG), Vitória (ES), Presidente Prudente (SP), Salvador (BA), Rio de Janeiro (RJ), Belo Horizonte/Confins (MG), Curitiba (PR), Florianópolis (SC), Joinville (SC) e Porto Alegre (RS). A promoção também inclui os voos internacionais originários em Assunção (Paraguai), Montevidéu (Uruguai) e Santa Cruz de La Sierra (Bolívia).

Os bilhetes promocionais são válidos para voos realizados entre os dias 26 e 27 de janeiro. As passagens promocionais podem ser compradas até o dia 11 janeiro pelo site da Gol.

Informações e reservas pelo site www.voegol.com.br ou pelo telefone 0300-115-2121.


Passaredo passa a operar em Araguaína (TO) e Londrina (PR)


A Passaredo Linhas Aéreas começa a operar este mês em duas novas cidades: Araguaína (TO) e Londrina (PR). As rotas ligarão Araguaína a Goiânia e Londrina ao Rio de Janeiro e serão operadas por jatos Embraer ERJ 145 com capacidade para 50 passageiros.
Os vôos entre Araguaína e Goiânia começam a ser operados no dia 17 de janeiro. Serão dois voos diários diretos entre as duas cidades. De Goiânia o primeiro voo sai a 07h10 chegando às 07h45 e o segundo sai às 18h00 com chegada em Araguaína às 18h40. Já partindo de Araguaína para a capital de Goiás a saída é às 09h15 com chegada às 10h50 e partida às 20h00 com chegada às 21h40.
Já a rota ligando Londrina e Rio de Janeiro terá início no dia 31 de janeiro. O voo sairá da capital fluminense às 13h52 chegando à cidade do interior paranaense às 15h22. Já saindo de Londrina rumo ao Rio de Janeiro a opção é o voo que parte às 15h54 chegando ao seu destino às 17h24.

Aeroportos registram 17,2% de voos atrasados no país

De acordo com a Infraero, até as 13h desta quarta-feira, 17,2% dos 1275 voos programados em todo o país saíram atrasados, totalizando 219. Foram cancelados 51 partidas, o equivalente a 4%.

No aeroporto de Congonhas, em São Paulo, foram canceladas 19 partidas, o que representa 17,4% do total. Saíram com atraso oito voos dos 109 agendados. Cumbica, em Guarulhos, teve quatro partidas canceladas e 18 atrasadas, de um total de 107 voos programados.

No Rio de Janeiro, o aeroporto do Galeão registra 27,8% de partidas atrasadas, contabilizando 20 voos. Foram cancelados duas das 72 partidas previstas. Dos 76 voos programados no Santos Dummont, seis saíram com atraso e 15 foram cancelados.

Três companhias aéreas brasileiras suspenderam operações em 2010

As regionais Cruiser, Air Minas e Rico interromperam seus voos regulares no ano passado; Puma Air e Noar iniciaram operações

O setor de aviação perdeu três companhias em 2010. Das 18 empresas que iniciaram o ano em operação, as regionais Cruiser, Air Minas e Rico Linhas Aéreas deixaram de voar no decorrer do período. O setor recebeu duas novas marcas - Puma Air, focada na região Norte, e a Noar, no Nordeste - e encerrou o ano com 17 companhias ativas no transporte regular de passageiros.

Logo que pararam de voar, ainda no primeiro semestre do ano passado, a Rico, que atuava na região Norte, e a Air Minas, na região Sudeste, informaram, em nota, que estão reformulando suas malhas e que a suspensão das atividades é temporária. Até agora, elas não voltaram a voar. A Cruiser operava na região Centro-Oeste.

“Nós da Air Minas Linhas Aéreas vínhamos há muito avaliando detidamente esta relação [preço X custo] com foco nas aeronaves que operamos, e lamentavelmente não conseguimos prospectar uma forma de rentabilizar suas operações de forma sustentável, equilibrando a tendência mundial de custos e preços baixos”, afirmou a Air Minas, em comunicado ao mercado.

A mortalidade dessas empresas foi provocada, principalmente, por falhas na administração, afirma o consultor em aviação Nelson Riet, sócio da Aviation Management Consulting. “Apenas as empresas bem administradas vão sobreviver. As outras serão apetitosas para futuras aquisições”, diz.

A estratégia das companhias menores para viabilizar rotas regionais é apostar nas multifrequências, com horários convenientes para os passageiros. “Ninguém quer viajar um dia antes para fazer uma reunião porque não tem voos de manhã”, afirma o presidente da Associação Brasileira das Empresas de Transporte Aéreo Regional (Abetar), Apostole Lazaro Chryssafidis.

Para ele, esse nicho é das companhias menores, já que as maiores não encontram demanda para encher aviões de grande porte em múltiplas freqüências diárias em cidades médias.

Trip ligará BH a duas cidades baianas a partir do dia 31


A partir do dia 31, a Trip Linhas Aéreas lança novo voo partindo do aeroporto de Confins, em Belo Horizonte, em direção a Porto Seguro e Ilhéus, no Sul da Bahia. A rota diária terá capacidade para 84 pessoas.
De acordo o diretor de Relações Internacionais da Bahiatursa, Fernando Ferrerro, desde o início do atual governo vem sendo solicitada a ligação desses municípios com outros estados, o que irá intensificar o movimento nos aeroportos regionais e aumentar o movimento nessas cidades de forte potencial turístico. "Este voo é importante para o desenvolvimento do turismo na região. Nossa expectativa é que o número de voos regionais continue aumentando", diz Ferrero.

Site da Gol é o mais visitado entre aéreas brasileiras

Segundo levantamento do portal Tnooz, de tecnologia em viagens, na semana de 19 a 25 de dezembro, o site da Gol Linhas Aéreas foi o mais visitado do Brasil entre as empresas aéreas brasileiras. Ficou com 26,06%, contra 23,8% da segunda colocada, a Tam. A Gol ainda fica com o sexto lugar, que foi para o programa Smiles, com 5,94% (caindo da quinta para a sexta colocação, em relação à semana anterior). O site www.paixaoporvoareservir.com.br, da Tam, ficou em oitavo lugar, com 2,7%.

A terceira colocação é da Webjet, com 9,95%, seguida de perto pela Azul, com 9,66%. Mais distantes vêm a Trip, com 6,35% (subindo uma posição na semana), a Avianca, com 2,7%, e a Passaredo, com 1,41%. Apesar de não ser uma empresa aérea, o site da Tam Viagens foi listado em décimo lugar, com 1,03%.

Webjet deve operar em Maringá

A partir do fim de março, Maringá deve receber mais uma empresa de aviação, a Webjet Linhas Aéreas Econômicas, o pedido para as rotas já foram feitas pela empresa junto a ANAC



A partir do fim de março, Maringá deve receber mais uma empresa de aviação, a Webjet Linhas Aéreas Econômicas, o pedido para as rotas já foram feitas pela empresa junto a ANAC.

Os pedidos de rota, são para três capitais, São Paulo, Curitiba e Porto Alegre, os trabalhos para instalação no Aeroporto Silvio Name Junior, deve começar em breve.

Atualmente, Maringá conta com quatro empresas aéreas, Azul,Trip,Gol e Pantanal, com a entrada da Webjet, Maringá deverá ter 40 operações diárias.

Mesmo com demanda maior, setor aéreo perde dois destinos em 2010

Companhias aéreas atendem 128 cidades no Brasil; voos regionais transportam 5,7% dos passageiros, segundo associação do setor


(Azul, uma das empresas que aposta no desenvolvimento da aviação regional)

Mais pessoas viajaram de avião em 2010, mas elas desembarcaram em menos cidades do que no ano passado. Em um ano em que o número de passageiros cresceu cerca de 25%, as companhias aéreas mantêm voos regulares para 128 destinos, dois a menos do que em 2009. Os dados são da Agência Nacional de Aviação Civl (Anac), com base nas operações de dezembro. O número de destinos já chegou a cerca de 200 no fim dos anos 1990.

Nos últimos dez anos, o setor aéreo assistiu a uma concentração das atividades entre cidades grandes, principalmente entre as capitais. As empresas compraram aviões maiores, com mais assentos do que a demanda nas cidades médias, o que fez com que elas encerrassem suas operações em aeroportos regionais. Hoje, 5,7% do fluxo de passageiros viaja em empresas, voos ou aviões regionais, segundo estimativas da Associação Brasileira das Empresas de Transporte Aéreo Regional (Abetar), entidade que reúne 13 associados.

Em 2010, cinco cidades começaram a receber voos regulares de transporte de passageiros - Caldas Novas (GO), Caruaru (PE), Mossoró (RN), Paulo Afonso (BA) e Varginha (MG). Mas, outras sete deixaram de ser destino das companhias aéreas no ano passado - Aripuanã (MT), Borba (AM), Guarapuava (PR), Juara (MT), Juína (MT), Manicoré (AM), Maués (AM). Elas passaram a fazer parte de um grupo de cerca de 70 municípios do interior que têm aeroportos, mas não recebem voos regulares.

Em 2011, esse cenário deve começar a mudar. Com os principais aeroportos do País saturados, as cidades do interior devem ser a nova fronteira de expansão do setor aéreo. “Esse mercado está renascendo no Brasil”, afirma o presidente da Abetar, Apostole Lazaro Chryssafidis. A estimativa dele é que o setor aéreo volte a oferecer 200 destinos no Brasil até 2014.

“É um mercado que hoje é dominado pelos ônibus. A demanda existe, mas a operação só é viável se as companhias conseguirem equacionar o seu custo por assento e oferecer preços competitivos em relação ao ônibus”, afirma o brigadeiro Allemander Pereira, especialista em aviação e ex-diretor da Anac.

Para ele, a infraestrutura precária é o maior entrave para o desenvolvimento do setor aéreo nas cidades pequenas. Muitos desses aeroportos não têm equipamentos para raio-X de bagagens ou sistema contra incêndio, por exemplo, o que inviabiliza a operação até que sejam feitos investimentos.

Setor pulverizado

Ao todo, existem 17 companhias aéreas em operação no Brasil, 12 delas são regionais. Em geral, são empresas menores, que atuam por região. A exceção é a Trip, que atende 81 destinos em todas as regiões do país. A companhia, que faturou R$ 450 milhões em 2009, deve registrar um resultado 70% maior no balanço de 2010, segundo dados da Anac. “Estamos crescendo com a classe ‘I’, formada por pessoas do interior, que agora tem melhores condições econômicas”, afirma o diretor de vendas da Trip, Evaristo Mascarenhas.

Mas, além das empresas regionais, a Trip também vai concorrer neste mercado com as grandes companhias. A Azul anunciou a compra de 40 aviões da francesa ATR para iniciar sua operação regional em 2011. Já a TAM vai comprar jatos para renovar a frota da Pantanal Linhas Aéreas, empresa regional adquirida pela companhia em dezembro de 2009. E, a Gol, negocia parcerias para venda de passagens com companhias menores - a primeira delas firmada em 2010, com a nordestina Noar, mas a empresa deve anunciar outros acordos neste ano.

A Gol informou ao iG, em nota, que não pretende comprar aviões exclusivamente para operar rotas regionais. A companhia faz alguns voos diretos para cidades do interior nos seus aviões de grande porte, da Boeing.

A TAM já tem parcerias comerciais com três empresas regionais – Trip, Passaredo e NHT. A empresa não considera a Pantanal uma companhia regional, apesar de dez dos seus 19 destinos serem para cidades do interior.

Para as regionais, a maior vantagem em firmar acordos com as companhias aéreas maiores é a possibilidade de vender suas passagens no site das parceiras. “Elas são uma máquina de vendas”, afirma o presidente da Abetar.

GOL anuncia perspectivas financeiras de 2011


A GOL Linhas Aéreas Inteligentes divulgou suas perspectivas financeiras para 2011. As projeções financeiras da Companhia serão revisadas trimestralmente visando incorporar a evolução de seu desempenho operacional, financeiro e eventuais mudanças nas tendências de taxa de juros, câmbio, PIB e petróleo (WTI).

A empresa estima um crescimento da demanda pelo setor aéreo entre 2,5x a 3,0x o PIB Brasileiro (entre 10,0% a 15,0%), baseado no histórico do crescimento da demanda nos últimos anos e nas perspectivas do mercado financeiro para crescimento do PIB brasileiro entre 4% a 5% em 2011, combinado com a contínua expansão do mercado potencial no Brasil, por conta do crescimento acelerado da classe média brasileira e do turismo na América do Sul e Caribe.

O Brasil apresenta alto potencial de crescimento pela adição de voos diretos entre cidades situadas nas regiões Sul, Norte e Nordeste do Brasil, criação de frequências adicionais entre rotas já existentes, e pela criação de voos para regiões de densidade populacional acima de 1 milhão de habitantes em um raio de aproximadamente 200km de distância.

A companhia planeja repetir sua gestão eficiente de oferta de assentos realizada em 2010, e visa elevar sua capacidade em proporção menor que o crescimento da demanda em sua malha aérea. Os principais fatores que deverão elevar a capacidade Companhia serão: Aumento da frota operacional em 4 aeronaves, passando de 111 ao final de 2010 para 115 em 2011; chegada de três aeronaves no 3T10 (gerando mais capacidade durante todo o ano de 2011); e aumento da participação das aeronaves B737-800 no mix de frota operacional.

Para 2011, a companhia espera yields médios nominais estáveis em relação a 2010, com taxa de ocupação em torno de 70%. Também espera aumento da taxa de utilização média das aeronaves para um patamar acima de 13 horas-bloco/dia (ante aproximadamente 13 horas-bloco/dia em 2010).

A GOL estima que seus custos operacionais por assento quilômetros voados, excluindo os combustíveis (CASK ex-combustíveis) atinjam entre R$8,5 centavos e R$8,9 centavos, devido aos seguintes fatores: Conclusão do processo de devolução das 11 aeronaves B737-300; aumento da taxa de utilização média das aeronaves; aumento da capacidade operacional; e impactos positivos gerados pela implementação do Orçamento Base Zero e Centro de Serviços Compartilhados.

Superintendente Regional da Infraero discute em Fortaleza atraso de voos

A TAM é a empresa áerea que registra o maior número de atrasos, segundo a Infraero


O superintendente regional da Infraero, Fernando Nicássio, reunirá, a partir das 11 horas desta quarta-feira, representantes das empresas aéreas que operam no Aeroporto Internacional Pinto Martins. O encontro, que ocorrerá no auditório da Infraero, no terminal aeroportuário, tem por objetivo discutir os porquês da onda de atraso nos voos.

Nos bastidores, há informações de que o pessoal das empresas aéreas estaria adotando a operação tartaruga como forma de pressionar por reajuste salarial. A categoria nega. A TAM é a empresa áerea que registra o maior número de atrasos, segundo a Infraero.

Além desse compromisso em Fortaleza, o superintendente regional da Infraero ainda se deslocará para Juazeiro do Norte. Ali, ele tratará, entre alguns assuntos, sobre segurança aeroportuária.


Mulher se irrita com atraso no voo e quebra vidro de ônibus da Infraero

A situação de atrasos no Aeroporto Juscelino Kubitschek continua nesta terça-feira (4/1). Por conta disso, pela manhã, uma passageira se irritou a ponto de quebrar um dos vidros de um ônibus que leva os passageiros do terminal de embarque às aeronaves.

A mulher usou um dos martelos especiais para saídas de emergência. Ela teria perdido a paciência devido ao atraso de duas horas e meia do voo 9361, da TAM rumo a Florianópolis. O avião deveria ter saído de Brasília às 9h10, mas só decolou às 11h40. A Infraero terá de arcar com os prejuízos no ônibus.

Mais atrasos

Ao longo do dia, 65 voos saíram com atrasos no Aeroporto JK. Esse número corresponde a 42,2% do total das decolagens até às 19h, numa porcentagem que supera a média nacional (28,5%). Em números absolutos, só perde para Guarulhos (66 voos atrasados).

Pane em avião da TAM dá susto em passageiros em Curitiba

Falha no trem de pouso acionou serviços de emergência do aeroporto Afonso Pena

Uma pane hidráulica do avião Airbus A320-231, prefixo PT-MZN , da TAM, causou pânico entre passageiros no aeroporto internacional Afonso Pena, em Curitiba, na noite desta segunda-feira (3). Um Airbus A320 da companhia aérea alegou problemas hidráulicos e foi necessário o acionamento dos serviços de emergência do aeroporto.

Apesar da informação prestada pela tripulação, o avião conseguiu pousar normalmente, após gastar boa parte do combustível sobrevoando a região de São José dos Pinhais, na Grande Curitiba, onde fica o aeroporto.

Segundo informações prestadas pelo Corpo de Bombeiros ao R7, várias viaturas da corporação foram acionadas por volta das 22h para atender uma ocorrência de alerta máximo, chamada “Código Amarelo”, no Afonso Pena.

O voo JJ3332, entre Londrina e Curitiba, que costuma durar cerca de 50 minutos, acabou durando o dobro do tempo, após o piloto da aeronave informar que enfrentava problemas e temia que o trem de pouso não abrisse na aterrissagem.

O aeroporto chegou a ser fechado por aproximadamente meia hora, enquanto o Airbus gastava o combustível antes da tentativa de pouso. Para sorte de todos, todos os comandos funcionaram e o avião pousou em segurança.

Nem a TAM ou a Infraero (Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária) informaram o número de passageiros a bordo, ou se alguém enfrentou problemas de saúde na aeronave.

Por conta do incidente, pelo menos cinco voos enfrentavam atrasos no fim da noite desta segunda-feira no Afonso Pena. Segundo as especificações da Airbus, o A320 pode transportar até 180 passageiros a bordo.

Aeroporto de Fortaleza registra 35,5% de voos atrasados no início desta quarta

Segundo a Infraero, 11 dos 31 voos programados atrasaram na capital cearense até as 8h desta quarta

O Aeroporto Internacional Pinto Martins, em Fortaleza, registrou 35,5% de atrasos no início desta quarta-feira, 5. Segundo o último balanço divulgado pela Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero), 11 dos 31 voos programados atrasaram na capital cearense entre 00h e 8h. Não houve cancelamento.

Neste momento, nenhum voo registra atraso no aeroporto de Fortaleza. Em Juazeiro do Norte, o único voo programado não registrou atraso ou cancelamento.

Em todo o Brasil, dos 690 voos domésticos programados, 113 (16,4%) atrasaram e 23 (3,3%) foram cancelados. De acordo com a Infraero, 32 (4,6%) dos voos estão atrasados neste momento em todo o País.

Aeroporto de Natal registra 50% de atrasos e o do DF, 16,3%


Os aeroportos do País registravam, até as 10h desta quarta-feira, índice de atraso de 17,3 % (147) entre os 835 voos domésticos programados, segundo dados da Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero). O total de cancelamentos foi de 27 (3,2%). O aeroporto de Natal registrou 50% de atrasos (8) nos 16 voos previstos. Cancelamentos não foram registrados. Em Brasília, 8 (16,3%) embarques atrasaram dos 49 programados. Dois foram cancelado.

O Aeroporto Internacional governador André Franco Montoro (Cumbica), em Guarulhos (SP), tinha 11 (17,5%) voos atrasados entre os 63 programados. Três foram cancelados. Já o aeroporto de Congonhas, também em São Paulo, tinha 8 (12,9 %) voos atrasados entre os 62 previstos. Oito cancelamentos foram registrados.

No Santos Dumont, Rio de Janeiro, 5 (10,2%) atrasos foram registrados entre os 49 voos. Quatro embarques foram cancelados. O Galeão tinha 9 (22%) atrasos e um cancelamento entre os 41 voos.

Dos 47 voos previstos em Salvador, 10 (21,3%) atrasaram. Em fortaleza, 11 (32,4%) atrasaram entre os 34 embarques programados.

Entre os voos internacionais, o nível de atrasos era de 19,7% (12) até as 10h, enquanto o de cancelamentos era de 2 (3,3%) em relação às 61 decolagens previstas.